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Guerra comercial entre EUA e China beneficia soja brasileira, mas gera incertezas

Atualizado em 12/12/2018

 

Guerra comercial entre EUA e China beneficia soja brasileira, mas gera incertezas.

Este é o panorama gerado deste conflito travado entre EUA e China. O aumento de 62% no faturamento com exportação, nos meses iniciais do segundo semestre deste ano, anima o produtor, mas também o preocupa pois novos contratos podem começar a cair o preço para o próximo ano. No ano de 2018 a saca de soja se beneficiou do conflito econômico gerado entre EUA e China, aumentando sua valorização e consequentemente houve crescimento na exportação.

Em retaliação ao aumento abusivo de tarifas norte americanas sobre bens chineses, os asiáticos compraram mais soja do Brasil. Obtendo o melhor valor da saca dos últimos anos, batendo números expressivos de exportação, que beneficiou o produtor. Entretanto, esta animação esbarra na incerteza. Preocupados com o comportamento do mercado os produtores temem quedas no valor da saca de soja.

O mercado de grãos sempre foi incerto, segundo afirma corretor de grãos Eduardo Flores ao G1, analisando que tudo dependerá de como vai se desenrolar esta relação entre EUA e China.
“Haja coração meu amigo”, na incerteza de dias melhores enquanto ainda colhemos os benefícios deste final de ano.

 

Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/noticia/2018/11/25/guerra-comercial-entre-eua-e-china-beneficia-soja-brasileira-mas-gera-incertezas.ghtml
 

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Tabelamento do frete poderá provocar atrasos na entrega de fertilizantes

 

Atualizado em 21/07/2018

 

De acordo com a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), há ainda ao menos 27 milhões de toneladas de fertilizantes para serem entregues, o que representa 80% do total enviado aos produtores anualmente.

 

“Sem a entrega no momento certo dos fertilizantes ao setor produtivo, não há a correta adubação do solo, o que certamente desencadeará quebra expressiva na produção brasileira de mais de 240 milhões de toneladas de grãos/ano, drásticos prejuízos financeiros a uma longa cadeia de agentes, desemprego, decréscimo no superávit comercial, carestia e, não menos importante, risco concreto de desabastecimento de alimentos, o que é notoriamente um tema de segurança nacional, com impactos, hoje, globais, à luz da importância do Brasil como celeiro do mundo”, informou em nota.

A entidade, e outras representantes do agronegócio se reuniram na última quinta-feira, dia 19, com a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) para discutir o tabelamento do frete.

O tabelamento do frete, previsto na medida provisória 832, foi aprovado pela Câmara e Senado no dia 11 de junho, mas espera o aval do presidente Michel Temer. No entanto, segundo a Casa Civil, o projeto ainda não chegou ao Palácio do Planalto. Temer tem um prazo de 15 dias a partir do recebimento da medida para sancioná-la.

Fonte: Canal Rural.

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Agroindústria segue impulsionando PIB do agronegócio em 2018

 

Atualizado em 29/06/2018

 

De acordo com dados analisados no primeiro trimestre deste ano pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o agronegócio brasileiro deve crescer 3,17% em PIB-volume em 2018.

 

Mesmo com a evolução em volume apresentada pelo agronegócio como um todo, este movimento não vem sendo acompanhado no mesmo ritmo pela evolução em número ocupações no mercado de trabalho do setor, com exceção da agroindústria, que teve crescimento mais expressivo em produção e emprego.

 

Como a variação é calculada a partir da comparação entre os preços do primeiro trimestre de 2018 e do trimestre de 2017, a expressiva queda atrela-se também ao fato de que esse trimestre foi o de preços mais altos em 2017. Então, à medida que a comparação anual passe a incluir mais meses (nas próximas estimativas do PIB), avalia-se que a taxa negativa terá sua magnitude amenizada ou mesmo levemente revertida.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/agroindustria-segue-impulsionando-pib-do-agronegocio-em-2018_408420.html 

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Soja volta a ser principal produto exportado por Mato Grosso do Sul

 

Atualizado em 15/06/2018

 

Nos dados acumulados de janeiro a maio deste ano do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a soja retomou a liderança do ranking estadual de Mato Grosso do Sul, registrando vendas que totalizaram US$ 845,593 milhões, frente ao mesmo período do ano passado, quando a comercialização atingiu US$ 811,278 milhões, o incremento foi de 4,23%.

 

Em volume, entretanto, a variação foi bem menor: 1,35%, aumentando de 2,127 milhões de toneladas para 2,156 milhões de toneladas; o que indica que o resultado obtido neste ano se deve em grande parte à valorização do produto na parcial de 2018 em relação ao mesmo intervalo de tempo de 2017.

 

A soja respondeu sozinha por 36,25% de toda a receita obtida por Mato Grosso do Sul com as exportações nestes cinco meses de 2018. O grão foi embarcado para 11 países, sendo o grande comprador a China, que foi responsável por 83,20% do faturamento do estado com a comercialização da oleaginosa, o que representou US$ 703,607 milhões.

 

Fonte: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/exportacao-cresce-1828-e-soja-volta-a-ser-principal-produto-comercializado-por-ms.ghtml 

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Consultoria prevê perspectivas negativas para soja no longo prazo

 

Atualizado em 08/06/2018

 

Na visão da T&F Consultoria Agroeconômica, devem ser aproveitados agora os preços oferecidos pela soja para a próxima temporada de 2018/19, ao redor de R$ 80,00/saca, para o fechamento de contratos antecipados. Isso porque, diz a T&F, esses valores trazem embutidos um lucro ao redor de 43% - que podem não ser conseguidos mais adiante. 

 

“Não queremos ser pessimistas, mas, sim, alertar as pessoas que pagam para conhecer as projeções de cenário dos mercados para a soja. Acreditamos que haja pleno sentido sobre o que pode acontecer com a tendência dos preços da soja para os próximos 12 meses”, justifica o analista Luiz Fernando Pacheco.

 

Segundo ele, as perspectivas de produção mundial de soja para esta e para a próxima safra são de aumento considerável, como se pode depreender pelo aumento da área plantada nos EUA nesta temporada e pelo muito provável aumento de produção da Argentina, que deve recuperar o seu nível de produção normal. 

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/perspectivas-negativas-para-soja-no-longo-prazo_407629.html 

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Produção de soja brasileira pode superar a dos EUA pela primeira vez

Atualizado em 18/05/2018

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) afirmou na última sexta-feira, 11, que neste ano os Estados Unidos deverão ter uma safra menor que a do Brasil, marcando a primeira vez em que os brasileiros aparecerão no topo da produção global da oleaginosa; uma posição de liderança que tende a se ampliar nos próximos anos.

 

A produção dos Estados Unidos deverá atingir 116,48 milhões de toneladas de soja neste ano (ano-safra 2018/19), segundo informações do Departamento de Agricultura norte-americano (USDA), que estima a produção do Brasil em 2018 (já colhida) em 117 milhões de toneladas.

 

"Se olhar o que está acontecendo, a gente tem crescido em área plantada entre 500 mil a 700 mil hectares por ano, numa tendência dos últimos cinco anos, coisa que os americanos não conseguem fazer. Eles expandem e voltam, porque fica a competição entre a soja e o milho", comentou o presidente da Abiove, André Nassar.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/213556-brasil-supera-eua-na-producao-de-soja-pela-1-vez-e-deve-ampliar-vantagem.html#.WvmBUaQvzIU 

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Exportação de soja brasileira supera 10 milhões de toneladas em abril

 

Atualizado em 11/05/2018

 

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), durante o mês de abril as exportações brasileiras de soja somaram 10,26 milhões de toneladas que, em comparação com o mesmo mês do ano passado, sofreu uma ligeira queda, porém os volumes não ficaram muito distantes do recorde histórico do país registrado em maio de 2017.

 

Com o escoamento da produção brasileira para o exterior tradicionalmente ganhando força a partir de abril, os embarques cresceram mais de 16 por cento ante março. Em abril do ano passado, somaram 10,43 milhões de toneladas, segundo dados da Secex, que aponta também que o recorde histórico foi registrado em maio de 2017 (10,959 milhões de toneladas).

 

No acumulado do ano até abril, as exportações de soja do Brasil somaram cerca de 23,5 milhões de toneladas, ante 23,8 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado. Ainda segundo especialistas, as exportações do país previstas para 2018 apontam para embarques superiores aos registrados em 2017.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/212987-exportacao-de-soja-do-brasil-supera-10-mi-t-em-abril-diz-governo.html#.WuxfA6QvzIU 

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Fatores negativos à frente recomendam venda da soja

 

Atualizado em 04/05/2018

 

Os níveis do mercado, segundo avaliação da T&F Consultoria Agroeconômica, estão com alta lucratividade, acima ou próxima dos 50% no Paraná, Santa Catarina e em São Paulo; acima ou próxima dos 40% no Rio Grande do Sul, Maranhão, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul; acima ou próxima dos 30% no Tocantins e Bahia e acima ou próxima dos 20% nos demais estados”. 

 

De acordo com o analista Luiz Fernando Pacheco, a “lição de 2016 parece ter sido útil”, porque neste ano mais de 61% dos produtores brasileiros já garantiram estas lucratividades, tendo vendido parte da sua safra a preços compensatórios. “O produtor não é um produtor de soja, mas de lucros; quando ele aparece, tem que agarrá-lo”, comentou.

 

Contudo, o especialista aponta alguns fatores negativos pela frente, como o clima previsto para as próximas semanas nos Estados Unidos, o afrouxamento da disputa entre China e EUA e as cotações, que voltaram a subir forte na última sexta-feira, 27, pelos quais ele recomenda cautela até que sejam feitas vendas nos níveis atuais.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/fatores-negativos-a-frente-recomendam-venda-da-soja_406395.html 

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Preços da soja brasileira poderão ser sustentados pela intensa demanda

 

Atualizado em 27/04/2018

 

Com baixos estoques de passagem e estoques finais que serão quase inexistentes este ano, os preços da soja têm potencial para sustentar bons patamares no mercado brasileiro, segundo afirma o consultor em agronegócios da Terra Agronegócios, Ênio Fernandes, que disse que o ano de 2018 terminará praticamente sem soja no Brasil.

 

O especialista acredita que nesse quadro, o produtor ainda deverá encontrar boas oportunidades de novas vendas ao longo do ano. De acordo com Fernandes, tanto esmagadores quanto exportadores estão conseguindo boas margens de renda neste momento, e as perspectivas são de que durante todo este ano os negócios permaneçam aquecidos. 

 

O Brasil, afinal, deverá exportar algo entre 70 e 71 milhões de toneladas, além de esmagar entre 43 e 44 milhões. Essa demanda intensa pelo produto brasileiro fez com que este ano, os preços da soja no mercado brasileiro se descolassem mais cedo das referências de Chicago do que o que tradicionalmente acontece.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/212302-soja-precos-no-br-serao-sustentados-pela-demanda-intensa-e-ajuste-na-oferta.html#.Wt3BEC7wbIU 

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Farelo de soja está custando 22,7% a mais que no ano passado

Atualizado em 20/04/2018

 

De acordo com levantamento feito pela Scot Consultoria, o preço médio do farelo de soja nesta primeira quinzena de abril está avaliado em R$ 1.353,02 por tonelada em São Paulo, sem o frete; enquanto que no final de março o preço do grão saltou de R$ 80,00 por saca (60Kg) em Paranaguá – PR, para R$ 86,00 por saca, com negócios pontuais em até R$ 87,00, na última semana.

 

Um conjunto de fatores, como a alta do dólar em relação ao real, a boa demanda para exportação, a situação de quebra de produção na Argentina e a briga comercial entre Estados Unidos e China dão sustentação aos preços da soja grão e do farelo no mercado brasileiro.

 

O mercado está firme na comparação mensal. Em relação a abril do ano passado, o farelo de soja está custando 22,7% a mais este ano. Para os próximos meses, os fatores citados deverão continuar ditando o rumo do mercado, principalmente as questões relacionadas à demanda mundial e ao câmbio.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/farelo-de-soja-esta-custando-22-7--a-mais-que-no-ano-passado_405757.html 

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Mato Grosso do Sul quebra mais um recorde de produção de soja

 

Atualizado em 13/04/2018

 

Pela sexta safra consecutiva, o estado de Mato Grosso do Sul quebrou o recorde de produção de soja. No ciclo 2017/2018, estimativas da Associação dos Produtores da Oleaginosa (Aprosoja/MS), apontam que os agricultores do estado colheram 9,558 milhões de toneladas, um salto de 12,01% frente aos 8,532 milhões de toneladas da temporada 2016/2017.

 

Desde o ciclo 2012/2013, os produtores do estado vêm, a cada safra, superando os registros históricos de produção do grão em Mato Grosso do Sul. Naquela temporada foram 5,800 milhões de toneladas; depois, conforme a Aprosoja/MS, foram 6,052 milhões de toneladas (2013/2014), 6,890 milhões de toneladas (2014/2015), 7,597 milhões de toneladas (2015/2016) e 8,486 milhões de toneladas (2016/2017).

 

Entidades do setor, como a Aprosoja/MS e o Sistema Famasul, têm apontado que o estado vem se destacando na agricultura nacional nos últimos anos em razão também do investimento feito pelos produtores na utilização de novas tecnologias, que possibilitaram, por exemplo, ampliar a produtividade e recuperar áreas degradadas ou em processo de degradação.

 

Fonte: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/pela-sexta-safra-consecutiva-mato-grosso-do-sul-quebra-recode-de-producao-de-soja.ghtml 

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Consultoria prevê novo recorde na safra brasileira de soja

 

Atualizado em 06/04/2018

 

Nesta terça-feira, dia 3, a INTL FCStone fez uma revisão da estimativa de safra para o ciclo brasileiro de grãos (soja e milho), na qual apontou um novo recordo de produção de soja, que na safra 2017/2018 deve alcançar 115,9 milhões de toneladas, um aumento de 2,7% frente ao número de março, e 1,87 mihão de toneladas acima do ciclo anterior.

 

De acordo com a analista de mercado da consultoria, Ana Luiza Lodi, os estados da região Centro-Oeste e do Matopiba estão apresentando um resultado excepcional, ultrapassando o alcançado na safra passada. Ainda segundo a consultoria, os problemas pontuais registrados no sul do país não foram capazes de abalar o bom resultado verificado em outras regiões.

 

A produtividade média esperada para o Brasil foi elevada para 3,31 toneladas por hectare, menor que o recorde do ciclo 2016/2017. Com a produção estimada em nível recorde, as exportações de soja também foram ajustadas para cima pela consultoria, projetadas em 69,5 milhões de toneladas – nível também recorde.

 

Fonte: http://www.projetosojabrasil.com.br/safra-brasileira-de-soja-deve-ter-novo-recorde-aponta-consultoria/ 

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Colheita de soja brasileira avança para 48% da área plantada

 

Atualizado em 23/03/2018

 

A assessoria de comercialização agrícola, AgRural, apontou na última semana que a colheita de soja do Brasil referente à temporada 2017/18, avançou para 58% da área plantada; o equivalente a uma alta de dez pontos percentuais na comparação com as primeiras semanas do mês de março.

 

O ritmo dos trabalhos no maior exportador global de soja está três pontos mais adiantado ante o índice da média de cinco anos para esta época. Entretanto, de acordo com informações da Assessoria, ainda há um pequeno atraso de quatro pontos na comparação com os 62% do ano passado.

 

Ainda segundo a AgRural, o plantio de segunda safra de milho atingiu 92% da área do centro-sul do país, contra 96% um ano atrás e 90% na média de cinco anos. Já a colheita da safra de milho verão 2017/18 estava realizada em 34% da área do centro-sul do Brasil, ante 47% no ano passado e 45% na média de cinco anos.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/210059-colheita-de-soja-do-brasil-avanca-para-58-da-area-plantio-de-milho-chega-a-92.html#.Wq-dLGrwbIU 

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Brasil fecha acordo para nova rota de exportação de soja

Atualizada em 16/03/2018

 

Foi assinado no dia 08/03, o acordo para a execução de um projeto piloto entre os portos de Açu, no Rio de Janeiro, e de Las Palmas, na Ilhas Canárias, durante a realização da Expodireto Cotrijal, no Rio Grande do Sul, com a participação do diretor de departamento de promoção internacional do agronegócio, Edvaldo da Silva Júnior, do Ministério da Agricultura.

 

As Ilhas Canárias são um arquipélago espanhol no Oceano Atlântico, e a previsão é de que pelo corredor marítimo sejam transportados soja e outros grãos brasileiros para a Europa e países da África, com volumes de até seis milhões de toneladas por ano. Numa primeira experiência, serão transportadas 25 milhões de toneladas de grãos para o Marrocos.

 

O diretor Silva Júnior informou em comunicado que a oportunidade é especialmente interessante porque possibilita distribuir produtos brasileiros com agilidade e custo competitivo, tanto para a África, que é uma fronteira ainda a ser melhor explorada, quanto para a União Europeia, que é atualmente o segundo maior mercado importador do Brasil.

 

Fonte: http://www.canalrural.com.br/noticias/soja/brasil-fecha-acordo-para-nova-rota-exportacao-soja-72847 

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Agroconsult prevê recorde na exportação de soja brasileira

 

Atualizado em 09/03/2018

 

De acordo com informações da Agroconsult, em uma revisão que segue à de outros agentes do mercado após a quebra de safra na Argentina, o Brasil deve exportar um recorde de 71,3 milhões de toneladas de soja em 2018. No ano passado, os embarques da oleaginosa somaram pouco mais de 68 milhões de toneladas.

 

Os dados foram apresentados durante a participação da Agroconsult em um evento realizado em Cuiabá, capital do estado de Mato Grosso; sendo que no mesmo dia, a INTL FCStone e a associação da indústria Abiove, também haviam elevado suas estimativas para as exportações brasileiras de soja.

 

A Agroconsult fala em produção de 43 milhões de toneladas de soja na Argentina na safra 2017/18, ante 58 milhões de toneladas no ciclo anterior. A menor oferta no país vizinho pode fazer com que compradores internacionais se voltem a locais com suprimento mais seguro, como no Brasil, que deve produzir um recorde de 117,5 milhões de toneladas nesta temporada.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/209082-brasil-deve-exportar-recorde-de-713-mi-t-de-soja-em-2018-preve-agroconsult.html#.Wp0h02rwbIU 

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Consultoria prevê crescimento de 0,9% na produção de soja

Atualizado em 09/02/2018

 

A consultoria INTL FCStone informou na última sexta-feira, 02, que elevou suas expectativas de produção brasileira da soja referente ao ciclo 2017/2018, para 111,1 milhões de toneladas; o que equivale a um crescimento de 0,9% em relação ao cálculo anterior, que estava em 110,1 milhões de toneladas.

 

De acordo com o relatório da consultoria escrito pela analista de inteligência de mercado, Ana Luiza Lodi, apesar de a média esperada estar mais baixa, o clima durante o desenvolvimento da safra foi no geral benéfico, com alguns rendimentos acima dos do ano anterior, mas ainda há uma preocupação com o clima.

 

O número de exportações também foi ajustado, ficando em 63,5 milhões de toneladas, nível mais baixo que o de 2017, uma vez que a disponibilidade do cereal deve ser menor. O aumento da mistura de biodiesel no diesel para 10% deve contribuir para um maior consumo doméstico. Os estoques finais foram estimados em 1,8 milhões de toneladas pela INTL FCStone.

 

Fonte: http://www.canalrural.com.br/noticias/soja/graos-consultoria-eleva-projecao-safra-2017-2018-71871

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Brasil continua sendo a melhor opção de exportação de Soja para a China

Atualizado em 19/01/2018

 

Durante o mês de dezembro, a China importou 9,55 milhões de toneladas de soja brasileira, registrando o segundo maior volume para o mês da história. O aumento foi de 10% em relação com o mês de novembro, e de 6% se comparado com dezembro de 2016, segundo dados divulgados pela Administração Geral de Alfândega.

 

As boas margens de esmagamento registradas no país neste momento, ao lado dos preparativos para o feriado do Ano Novo Lunar, que acontece no próximo mês, motivaram essa intensidade da demanda, que já vinha bastante forte durante todo o ano, segundo analistas ouvidos pela Reuters Internacional. 

 

Nesse momento, a soja brasileira segue mais competitiva do que a norte-americana, principalmente frente aos compradores chineses, que seguem muito ativos no mercado. "A China continua comprando e esmagando bastante, e vem apresentando crescimento", explica o analista de mercado da Agrinvest Commodities, Eduardo Vanin.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/205978-china-amplia-importacoes-de-soja-em-dezembro-e-brasil-ainda-e-melhor-opcao.html#.WlyMZ66nHIU 

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Estimativa indica queda de 2% na exportação da soja brasileira em 2018/19

Atualizado em 12/01/2018

 

De acordo com informações divulgadas na última semana pela consultoria Safras & Mercado, o Brasil deverá exportar 67 milhões de toneladas de soja no ano comercial 2018/19 (fevereiro a janeiro); equivalente a uma queda de 2% na comparação com as 68,5 milhões de toneladas estimadas para 2017/18.

 

Segundo a consultoria, a oferta total de soja deverá subir 1 por cento em 2018/19, para 118,8 milhões de toneladas. Com a demanda total projetada em 113,1 milhões de toneladas, a expectativa é de que os estoques finais alcancem 5,7 milhões de toneladas, alta de 43 por cento ante 2017/18.

 

Para o farelo, a produção estimada pela Safras é de 32,65 milhões de toneladas, alta de 3 por cento, com exportações de 14,5 milhões de toneladas (alta de 4 por cento). A produção de óleo de soja deverá ficar em 8,48 milhões de toneladas, com embarques de 1,15 milhão de toneladas, queda de 8 por cento.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/205571-brasil-deve-exportar-67-mi-t-de-soja-em-201819-queda-de-2-diz-safras.html#.WlOMr1WnHIU 

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Esmagamento de soja bateu recorde em 2017

Atualizado em 05/01/2018

 

Além da produção recorde de soja alcançada no ano passado, o esmagamento do grão em 2017 é considerado o maior já registrado na história. Foram 41 milhões de toneladas processadas, o que representa 5% a mais do que em 2016; e o setor já estima um novo recorde no processamento para o ano de 2018.

 

A oferta de farelo e de óleo também cresceu em 2017 devido à demanda elevada, chegando a 31,5 milhões de toneladas e 8,2 milhões de toneladas de óleo de soja. Apesar desses números expressivos, a indústria de óleos vegetais tem reclamado que a tributação dos produtos está atrapalhando o desempenho do setor.

 

Mesmo com toda a dificuldade tributária, o processamento de soja continuará crescendo no país em 2018, pois o esmagamento do grão deve aumentar 3,5% por causa do biodiesel, que como já foi aprovado, a partir de março, a mistura do biodiesel com o diesel mineral aumentará de 8% para 10%, criando uma demanda forte para o óleo no mercado interno. 

 

Fonte: http://www.projetosojabrasil.com.br/esmagamento-de-soja-atingiu-novo-recorde-em-2017/ 

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Desembarques de soja do Brasil na China sobem 280% em novembro

Atualizado em 29/12/2017

 

De acordo com dados da alfândega chinesa, os desembarques de soja do Brasil na China aumentaram 280,8 por cento em novembro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para 2,76 milhões de toneladas, em um período em que os Estados Unidos normalmente exportam maiores volumes aos chineses.

 

O Brasil é o maior exportador global de soja, enquanto que os EUA são os maiores fornecedores da oleaginosa para a China e, ao final do ano, após a colheita de sua safra, os norte-americanos geralmente começam a embarcar os maiores volumes para a China, justamente em meses em que o Brasil já conta com menos estoques após grandes exportações anteriormente.

 

Mas em 2017, após a colheita de uma safra recorde no Brasil no primeiro semestre, os brasileiros alongaram suas exportações, demonstrando competitividade frente à safra dos EUA.

 

Os dados alfandegários da China mostraram que enquanto os desembarques brasileiros cresceram em novembro, os norte-americanos recuaram 17%, para 4,66 milhões de toneladas. No acumulado do ano até novembro, a China registrou importações totais de 85,99 milhões de toneladas de soja, sendo 48,98 milhões do Brasil, 26,7 milhões dos EUA e 5,9 milhões de toneladas da Argentina.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/204987-desembarques-de-soja-do-brasil-na-china-sobem-280-em-novembro.html#.WkOWDlWnHIU

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Previsões indicam chegada do la Niña no início de 2018

Atualizado em 22/12/2017

 

De acordo com informações da Organização Meteorológica Mundial, a possibilidade para que o fenômeno La Niña se estenda até o primeiro trimestre de 2018, chega a ser de 70% a 80% e, segundo organização, trata-se de um La Niña fraco, com uma pequena possibilidade de se desenvolver para uma intensidade moderada.

 

A explicação é que recentemente, as temperaturas da superfície do mar na parte oriental do Pacífico tropical têm esfriado e mostram condições características de um episódio fraco do fenômeno. Da mesma forma, a maioria dos indicadores atmosféricos agora coincidem com os correspondentes para as primeiras fases de um episódio de La Niña.

 

Os modelos climáticos indicam que é provável que estas condições sejam mantidas até o primeiro trimestre de 2018, e é menos provável que retornará às condições neutras de um período de El Niño-Oscilação do Sul (ENSO). Os Serviços Meteorológicos e Hidrológicos Nacionais continuarão a monitorar de perto a evolução do fenômeno ENSO nos próximos meses.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/clima/204517-meteorologia-mundial-confirma-inicio-do-la-nina-ja-na-virada-do-ano.html#.WjkBKFWnHIV 

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Estimativas indicam queda de produção na cultura de grãos para a safra 2017/2018

Atualizado em 15/12/2017

 

De acordo com dados divulgados na última terça-feira, 12, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos na safra 2017/2018 deverá atingir cerca de 226,5 milhões de toneladas; o que equivale a um recuo de 4,7% em relação à safra passada, que chegou a atingir 237,7 milhões de toneladas.

 

A divulgação faz parte do terceiro levantamento da safra de grãos e, segundo a Conab, as culturas de soja e milho continuam sendo a preferência do produtor rural e respondem por cerca de 89% dos grãos produzidos no Brasil. Além disso, a lavoura da soja tem sido a protagonista no aumento da área e produção de grãos no país.

 

A soja deverá alcançar 109,2 milhões de toneladas contra 114,1 milhões de toneladas do último período; um recuo de 4,3% em relação à safra anterior. Já a expectativa para a safra de milho total é de 92,2 milhões contra 97,8 milhões de toneladas distribuídos entre primeira e a segunda safras no período 2016/2017. A expectativa de redução na produção total do cereal é de 5,7%.

 

Fonte: http://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/producao-graos-deve-cair-safra-2017-2018-70417 

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50 milhões de toneladas de soja foram exportadas do Brasil para a China até o momento

Atualizado em 01/12/2017

 

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), o Brasil já embarcou do início do ano até o mês de outubro, cerca de 50 milhões de toneladas de soja para a China, e a expectativa é de que os embarques mantenham o ritmo aquecido, pois a nação asiática não mostra sinais de desaquecimento.

 

O presidente da Abiove, Fábio Trigueirinho, explica que essa movimentação alivia o cenário do carry over brasileiro referente à oleaginosa que deveria ser mais alto, caso as exportações brasileiras não se comportassem da maneira como se comportaram. “Devemos fechar o ano com mais uma surpresa positiva”, disse. 

 

A avaliação da Abiove para a safra 2017/18 no Brasil até este momento é positiva, com as lavouras se desenvolvendo bem em quase todas as áreas produtoras do país. Segundo Trigueirinho, os embarques brasileiros de soja não dão sinais de menor volume nos próximos meses, marcando ainda mais a força da demanda que está de fato, 'de olho' na soja do Brasil. 

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/videos/soja/203081-brasil-ja-embarcou-ate-outubro-50-mi-de-t-de-soja-para-china.html#.Whv1ilWnHIU 

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Preços da soja podem subir devido à estiagem prevista com o surgimento do La Niña

Atualizado em 24/11/2017

 

As cotações da soja no mercado internacional deverão a partir de agora, ser definidas de acordo com o clima na América do Sul, pois se o La Niña trouxer seca para o sul do Brasil, poderá interferir também no clima do Paraguai e da Argentina, causando um aumento nos preços; além disso, a volatilidade do câmbio também deve mexer com o mercado.

 

O atraso do plantio, segundo avaliação do mercado, não deve prejudicar a safra devido ao fato de ainda estar dentro do calendário ideal para o cultivo; mas com a confirmação do fenômeno La Niña ainda este ano, o clima poderá ficar menos seco nos estados do Sul e também no Paraguai e Argentina, trazendo perdas.

 

“Como a chuva chegou com certa abundância na região Sul, provavelmente as plantas de soja terão um enraizamento um pouco menor”, comentou o sócio-diretor da Agrosecurity, Fernando Pimentel, informando que se eventualmente ocorrer um veranico mais pronunciado na região, aí sim a produção poderá ter problemas.

 

Não é à toa que este momento é chamado de mercado climático, e qualquer risco causado pelo clima pode fazer o preço do grão subir tanto no Brasil quanto no exterior. “Se realmente entrar o La Niña e se confirmar uma seca na região sul da América do Sul, aí realmente terá uma tendência de preços mais firmes”, garante José Carlos Hausknecht, sócio da MB Agro.

 

Fonte: http://www.projetosojabrasil.com.br/la-nina-trara-seca-e-precos-da-soja-podem-subir-apostam-especialistas/

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Previsão indica chuvas intensas e veranicos na maior parte do país até janeiro de 2018

Atualizado em 17/11/2017

 

De acordo com informações do Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação (MCTIC), a previsão para os próximos meses é de chuva intensa com períodos de seca (os chamados veranicos) em grande parte do território brasileiro.

 

A previsão mostra que até janeiro de 2018 o volume de chuvas deve ficar abaixo da média histórica na grande área que vai do Amapá ao norte de Minas Gerais, incluindo também parte de Mato Grosso e da Bahia. Além disso, o risco do surgimento de tempestades e desastres naturais é grande.

 

O coordenador-geral de Operações e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Marcelo Seluchi, explicou que a irregularidade vai marcar os próximos três meses nos quais teremos épocas mais secas depois de chuvas bastante intensas.

 

“A primavera é marcada por tempestades severas, e não precisa ter umidade muito alta para que elas aconteçam, então os episódios extremos tendem a acontecer”, disse Marcelo, enfatizando que as principais áreas de atenção compreendem o Centro-Oeste e a faixa que vai de São Paulo ao sul da Bahia.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/clima/202221-chuvas-intensas-e-veranicos-marcam-o-clima-na-maior-parte-do-pais-ate-janeiro-de-2018.html#.Wgrr4ltSzIU 

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La Niña está configurado, mas seus efeitos clássicos podem surgir de forma distorcida

Atualizado em 10/11/2017

 

O coordenador geral do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Expedito Rebello, informou que o La Niña está configurado e pode ocorrer nos meses de novembro, dezembro e janeiro; porém, os efeitos tradicionais do fenômeno podem se desconfigurar em um primeiro momento devido à presença de um sistema que altera as temperaturas das águas do Atlântico Norte.

 

Com as temperaturas das águas do Oceano Pacífico Equatorial mais frias, o La Niña clássico provocaria um volume menor de chuvas no Sul do país e boas condições para o centro-norte e nordeste do Brasil. No entanto, os modelos de tendências para o clima apontam um dezembro com chuvas abaixo da média para o Matopiba e parte do Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais.

 

O fato é que o La Niña já pode ser observado nos mais diversos modelos dos institutos meteorológicos do mundo. De acordo com Rebello, já são cerca de 12 mil Km de águas frias no Pacífico Equatorial e a tendência é que o processo de resfriamento avance ainda mais com a submersão das águas geladas que ainda estão em profundidade no oceano.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/videos/clima/201913-la-nina-esta-configurado-mas-seus-efeitos-podem-ser-distorcidos-por-outro-sistema-no-oceano-atlantico.html#.WgBtlFtSzIU 

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Em Goiás, produtores de soja tentam tirar o atraso do plantio

Atualizado em 03/11/2017

 

O consultor técnico da Faeg (Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás), Pedro Arantes, informou que os produtores de soja do estado de Goiás, na intenção de evitar possíveis perdas de produtividade, estão correndo contra o tempo para tirar o atraso no plantio e garantir até por volta do dia 10 de novembro, a semeadura da safra 2017/18 dentro da janela ideal.

 

Considerado como o quarto maior produtor nacional de soja, o estado de Goiás deve colher cerca 10,5 milhões de toneladas da oleaginosa na safra 2017/18, abaixo das 11,4 milhões de toneladas do ciclo anterior, quando o clima foi considerado como “perfeito”, segundo estimativas da Faeg.

 

Arantes afirmou que a regularidade das chuvas nos últimos dias, mesmo que em volumes modestos, reanimou os produtores, e por hora, perdas de produtividade na safra estão descartadas. O consultor técnico ponderou ainda que o rendimento das lavouras só será garantido caso essas condições climáticas se mantenham no início de novembro.

 

"Os produtores estão plantando dia e noite a todo vapor, e se tudo correr bem, até 10 de novembro vai estar tudo liquidado, sem prejudicar a produtividade” explicou Arantes. Pela previsão do Agricultura Weather Dashboard, do terminal Eikon da Thomson Reuters, Goiás receberá de 70 a 120 milímetros de chuvas até a sexta-feira, 10, a depender da região.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/201605-goias-tenta-tirar-atraso-no-plantio-de-soja-e-evitar-perda-de-produtividade.html#.WfdMu1tSzIU 

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Escassez de chuva atrasa plantio de soja em Goiás

Atualizado em 27/10/2017

 

A Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) do estado de Goiás, informou que a falta de chuvas está atrasando o plantio de soja no estado, pois até o momento calcula-se que foram semeados em torno de 5% dos 3,350 milhões de hectares previstos para esta safra; sendo que no mesmo período do ano passado, 15% da soja goiana já havia sido plantada.

 

Apesar das chuvas do final de setembro e dos primeiros dias de outubro terem incentivado o início do plantio no sudoeste do estado, que é a principal região produtora de soja, com a estiagem das últimas semanas o cenário torna-se preocupante devido ao atraso nos trabalhos de semeadura que empurra o plantio para fora da janela ideal, provocando impactos à lavoura.

 

O presidente da Aprosoja – GO, Bartolomeu Pereira, explica que a situação tira o potencial produtivo das cultivares devido ao fato de que mesmo que alguma cultivar consiga uma janela boa, grande parte será plantada fora do período mais adequado; além disso, muitos dos produtores que já plantaram, terão que replantar.

 

Caso as chuvas previstas para a próxima semana vierem com maior regularidade e, mesmo com o atraso, os produtores conseguirem plantar toda a soja planejada para esta safra, ainda assim a Aprosoja – GO estima uma produtividade média de 52,5 sacas por hectare, podendo render à colheita goiana cerca de 10,5 milhões de toneladas de soja.

 

Fonte: http://www.canalrural.com.br/noticias/mercado-cia/apenas-area-soja-foi-plantada-goias-69458 

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Chuva irregular atrapalha o avanço do plantio de soja no Brasil

Atualizado em 20/10/2017

 

A AgRural informou nesta segunda-feira, 16/10, que até a quinta-feira da semana passada o plantio de soja no Brasil havia avançado para 12% da área projetada na safra 2017/18 em linha com a média histórica recente para o período, embora a irregularidade das chuvas ainda prejudique o andamento dos trabalhos.

 

De acordo com boletim enviado pela consultoria, a semeadura aumentou em sete pontos percentuais na semana, mas ainda é inferior aos 18% registrados em igual momento de 2016. "O avanço semanal poderia ter sido maior, não fosse a redução do ritmo dos trabalhos em boa parte do Centro-Oeste, onde a irregularidade das chuvas ainda amedronta os produtores", afirmou a AgRural.

 

Entre os principais Estados produtores, Mato Grosso plantou 18% de sua área; abaixo dos 31% registrados no ano passado, mas acima dos 15 por cento na média de cinco anos. Atrasado na comparação com a safra passada, mas em linha com a média de cinco anos, o plantio nos estados de Mato Grosso do Sul e Goiás chegou a 14% e 3% respectivamente.

 

A AgRural estima a área plantada com soja na safra 2017/18 do Brasil em 34,6 milhões de hectares. A produção potencial, calculada com base em linha de tendência de produtividade, é de 109,9 milhões de toneladas, queda de 4% ante o recorde da safra anterior.

 

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/200704-plantio-de-soja-no-brasil-avanca-mas-chuva-irregular-ainda-atrapalha-diz-agrural.html#.WeTMzltSzIU 

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CONAB prevê queda na produção de grãos para a safra 2017/2018

Atualizado em 13/10/2017


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgou na última terça-feira, 10/10, que a estimativa para o volume de grãos a ser colhido na safra 2017/2018 deverá ser menor, podendo ficar entre 224,17 milhões e 228,20 milhões de toneladas, de acordo com os
primeiros números projetados para o ciclo.


A expectativa na produção de grãos para o próximo ano prevê uma queda que pode variar entre 4,3% e 6% em relação à safra 2016/2017, que foi recorde. Devido ao clima favorável, os agricultores do Brasil colheram 238,5 milhões de toneladas neste ano, também conforme a
própria Conab.


Em nota, a Conab informou que as condições climáticas altamente favoráveis contribuíram para a safra passada alcançar recorde histórico e que tais condições dificilmente se repetirão; por isso a expectativa de redução produtiva. O rendimento do campo deve ser menor em
praticamente todas as culturas, com exceções feitas à mamona e ao segundo ciclo do feijão, que devem se estabilizar.


A Soja, principal cultura agrícola do Brasil, deve render algo em torno de 106 e 108,25 milhões de toneladas, equivalente a um volume entre 5,1% e 7,1% abaixo da colheita estimada para a safra passada, que obteve recorde de 114,07 milhões de toneladas.

 

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/noticia/2017/10/conab-preve-
queda-de- ate-6- na-safra- de-graos- 20172018.html

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Governo libera mais R$ 197,4 milhões para subvenção do seguro rural

Atualizado em 06/10/2017

 

Na última sexta-feira, 20/09, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), anunciou após autorização concedida pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, a liberação de R$ 197,4 milhões destinados à execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural para este mesmo ano.

 

Os recursos superaram as estimativas do mercado e se somam aos R$ 180 milhões que haviam sido liberados em agosto. Dentre as culturas a serem beneficiadas com a liberação do montante, estão os grãos de verão, como soja, milho arroz, entre outros, e também frutas, como maçã e uva, além de segmentos do café, olerícolas, pecuária e florestas.

 

O MAPA já recebeu até o momento, 32 mil apólices de seguro, relativas a mais de 2 milhões de hectares do território nacional; e a expectativa com mais esse recurso liberado é totalizar até o fim de novembro, cerca de 5 milhões de hectares amparados e em torno de 70 mil apólices de seguro com subvenção.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/governo-libera-mais-r--197-4-milhoes-para-subvencao-do-seguro-rural_398830.html  

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Primeira quinzena de setembro registrou alta nos preços do óleo de soja no Brasil e EUA

Atualizado em 29/09/2017

 

Durante a primeira quinzena de setembro os preços do óleo de soja nos Estados Unidos e também no Brasil estiveram em alta, registrando nos dois países as maiores médias mensais em termos nominais desde janeiro. A tonelada do derivado no Brasil teve média de R$ 2.724,52 (posto na cidade de São Paulo com 12% de ICMS), alta de 3,3% frente à média de agosto.

 

De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as valorizações do derivado estão atreladas às expectativas de aumento de demanda nos Estados Unidos e no Brasil, uma vez que a União Europeia deve reduzir significativamente as tarifas por antidumping impostas à importação do biodiesel da Argentina em 2013. 

 

Dessa forma, agentes de mercado esperam que a disponibilidade de exportação do óleo de soja argentino diminua, o que pode redirecionar importadores do derivado para os mercados norte-americano e brasileiro.

 

Fonte: http://www.afnews.com.br/soja/preco-do-oleo-de-soja-e-o-2-ordf-maior-do-ano-no-br-e-nos-eua.html  

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Previsões indicam chuvas em boa parte do Brasil a partir do fim de setembro

Atualizado em 22/09/2017


O meteorologista Celso Oliveira, da Somar Meteorologia, informou que de acordo com a previsão, o tempo permanece seco em boa parte do país até esta sexta-feira, 22, e destacou que em comparação com o ano passado, o período é de fato menos chuvoso; porém, o clima atual reflete uma situação de normalidade quanto à média histórica.
A partir do dia 23 até 27 de setembro, as previsões apontam para algumas mudanças que devem se instalar no clima, mas ainda trazendo tempo seco para o sudeste e centro-oeste. A situação muda mesmo entre os dias 28 de setembro a 02 de outubro, quando a chuva deve se
espalhar por todo o país.
No geral, Oliveira acredita que as chuvas devem se regularizar próximas ao mês de dezembro, pois de acordo com o meteorologista, o que se vê até o momento é uma situação climática normal para a época do ano, embora as águas do Oceano Pacífico estejam de fato mais frias.


Fonte:https://www.noticiasagricolas.com.br/videos/clima/198993-chuvas- voltam-em- boa-
parte-do- pais-a- partir-do- fim-do- mes-mas- apenas-a- regiao-sul- tera-
regularidade.html#.WcJuo7KGPIU

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Etanol à base de soja é desenvolvido por empresa no Mato Grosso

Atualizado em 21/09/2017


A Caramuru, empresa brasileira de processamento de grãos, desenvolveu uma variante do
etanol produzida a partir da soja e deverá investir R$ 115 milhões para a ampliação do
complexo industrial de Sorriso, localizado no estado de Mato Grosso para efetivar a produção
do etanol hidratado e também para o processamento de lecitina.
A produção do etanol a partir da soja é uma iniciativa inédita no mundo, e o projeto, segundo
o vice-presidente da Caramuru, César Borges, faz parte de um empreendimento da empresa
para agregar valor à sua produção. “Paralelamente, o investimento abre novas oportunidades
de negócios para o produtor do Mato Grosso", esclareceu.
O etanol hidratado em sua forma pura, pode ser utilizado não apenas como combustível para
carros, mas também como matéria-prima na fabricação de perfumes, materiais de limpeza,
solventes e tintas.


Fonte:http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Soja/noticia/2017/09/empresa -brasileira- desenvolve-etanol- base-de- soja.html

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Exportação de soja deverá crescer para 65 milhões de toneladas em 2018

Atualizado em 15/09/2017

 

A Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), estimou que em 2018 a exportação de soja do Brasil deverá crescer para um recorde de 65 milhões de toneladas, ante 64 milhões previstos para 2017, com o país utilizando seus estoques diante de uma safra que deverá ser menor.

 

O secretário geral da Abiove, Fábio Trigueirinho, declarou que com uma safra boa, apesar de não tão farta quando em 2017, e combinando com bons estoques, o Brasil terá uma boa oferta. “A China tem demandado volumes crescentes, e isso dá a oportunidade de o Brasil embarcar volumes maiores”, disse.

 

As exportações do grão em 2018, foram estimadas em 23,4 bilhões de dólares, montante que sobe para 29,4 bilhões, quando se considera vendas externas de óleo e farelo. A Associação prevê ainda que em 2018 a safra de soja do Brasil deverá atingir 108,5 milhões de toneladas, um recuo de 4,7% na comparação com 2017.

 

Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/soja-2057/brasil-deve-ter-exportacao-e-processamento-recordes-de-soja-em-2018-diz-abiove-163291

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Área plantada de soja no Brasil deve crescer em 3,11%

Atualizado em 08/09/2017

 

A área plantada de soja no Brasil deve aumentar em 3,11% na safra 2017/18, totalizando uma área estimada de 34,98 milhões de hectares, segundo projeção da consultoria INTL FCStone, divulgada na última sexta-feira, 01/09. A previsão é a primeira divulgada pela consultoria para o mesmo período.

 

"Esse aumento de área deve ocorrer em grande parte sobre áreas de milho verão, principalmente no Sul do Brasil, pois além das perspectivas de grandes estoques de milho neste ano, há a possibilidade de se fazer uma segunda safra do cereal", disse a analista de mercado da FCStone Ana Luiza Lodi. 

 

Ainda de acordo com estimativas da consultoria, apesar do aumento de área, a produção ficará 6,41% abaixo do alcançado em 2016/17, totalizando 106,73 milhões de toneladas. Para 2017/18, a consultoria prevê produtividade de 3,05 toneladas por hectare, ante 3,36 toneladas por hectare no ciclo anterior.

 

Os estoques finais de soja no Brasil foram estimados em 5,07 milhões de toneladas no ciclo 2017/18, recuo de 8,48% em comparação com a temporada anterior. A FCStone prevê exportações de 60 milhões de toneladas e consumo doméstico de 47,5 milhões de toneladas em 2017/18. 

 

 

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Soja/noticia/2017/09/globo-rural-intl-fcstone-area-plantada-de-soja-no-brasil-deve-crescer-311-em-201718.html

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Meteorologista alerta sobre possível retorno do La Niña

Atualizado em 01/09/2017

 

De acordo com o professor Expedito Rebello, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), pesquisas recentes apontam indícios para um provável retorno do La Niña, previsão esta que serve como um alerta para os produtores que estão se preparando para a próxima safra.

 

Até o momento, o vestígio da presença do fenômeno consiste apenas em uma projeção baseada na existência de águas mais frias no Oceano Pacífico, nas proximidades do Peru e Equador; porém, quem define essa presença são as correntes de vento que podem sofrer alterações com o passar do tempo.

 

Apesar de ainda não se ter 100% de certeza, o conselho é que um planejamento minucioso seja feito, a fim de evitar problemas como os ocorridos nos anos de 2005, 2009 e 2012, os quais sofreram a influência do fenômeno que corta as chuvas do Sudeste e do Sul do país, causando diversos transtornos para a produção agrícola.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/videos/clima/197910-aguas-frias-do-pacifico-indicam-la-nina-diz-meteorologista-do-inmet.html#.Waf0vLKGPIU

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Menos da metade do investimento previsto para o Seguro Rural 2017 foi aplicado até o momento

Atualizado em 25/08/2017

 

Dos R$ 400 milhões previstos pelo Ministério da Agricultura para serem usados no Seguro Rural deste ano de 2017, apenas R$ 180 milhões foram aplicados até o momento pelo Governo Federal por causa de um contingenciamento de 42% no orçamento da pasta, segundo explicações da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura.

 

De acordo com o secretário de política agrícola, Neri Geller, o valor foi liberado dentro da programação acertada com as seguradoras, sendo R$ 90 milhões para as culturas de inverno e mais R$ 90 milhões para dar início na safra. “ O restante nós estamos trabalhando para que se libere o contingenciamento dos R$ 210 milhões a R$ 220 milhões, para fazer uma programação rigorosamente dentro do programado”, disse.

 

Mesmo tendo cumprido até agora com apenas 45% do valor prometido para este ano, o governo diz que investirá R$ 550 milhões em 2018.

 

 

Fonte: http://www.canalrural.com.br/noticias/rural-noticias/seguro-rural-governo-investe-apenas-prometido-para-2017-68671

 

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Ministério da Agricultura libera R$ 90 milhões para culturas de verão e inverno

Atualizado em 18/08/2017

 

Após reunião com Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), realizada nesta quinta-feira, 17/08, o Ministério da Agricultura decidiu liberar mais de R$ 90 milhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR); valor que servirá para custear o seguro das culturas de verão e inverno, incluindo grãos e frutas.

 

Do valor liberado, R$ 50 milhões serão destinados para grãos de verão, cujo período de plantio começa em outubro. Para frutas e trigo foram atribuídos os valores de R$ 30 mihões e R$ 10 milhões, respectivamente.

 

"Dos R$ 50 milhões para grãos de verão, R$ 6 milhões serão utilizados exclusivamente na subvenção de produtos de seguro rural do tipo "faturamento agrícola", mais conhecido como "seguro renda". Outros R$ 2 milhões serão destinados para um projeto piloto de seguro envolvendo a participação direta de empresas privadas, como revendas de insumos, por exemplo, para pagamento de parcela do prêmio", disse o Ministério.

 

De acordo com Neri Geller, secretário de política agrícola do Ministério, a intenção é incentivar a contratação do seguro de faturamento agrícola por parte do produtor rural, além de atrair agentes privados para participarem diretamente do programa de seguro rural.

 

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/Noticias/noticia/2017/08/globo-rural-seguro-rural-governo-libera-r-90-milhoes-para-culturas-de-verao-e-inverno.html

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previsao do tempo semear

Confira a previsão do tempo para este fim de semana nas regiões norte e centro-oeste do país

A previsão do tempo para esta sexta-feira, 18/08, é de muitas nuvens, pouco sol e chuva a qualquer hora do dia no estado de Mato Grosso do Sul, com risco de chuva forte. Já no norte de Goiás, faz sol e não há previsão de chuva. Nas demais áreas da região centro-oeste, sol, aumento das nuvens e pancadas de chuva a partir da tarde.

 

O sol brilhará forte e o tempo permanecerá seco neste sábado, 19, no centro-norte de GO, no DF e no nordeste de MT. Nas demais áreas da região, sol entre nuvens e previsão de chuva fraca e isolada entre o final da tarde e início da noite. Já no domingo, o sol brilhará forte e o tempo fica seco no DF, no centro-norte de GO e de MT. Há ainda previsão de chuva isolada entre o final da tarde e início da noite no oeste e sul de MT, no sul de GO e no MS.

 

Na região norte, o tempo fica firme nesta sexta-feira, 18, no Tocantins e no leste do Amapá e do Pará. Muitas nuvens e chuva podem ser esperadas a qualquer hora no oeste do Acre, enquanto que nas demais áreas a previsão é de sol, e de tempo abafado com pancadas de chuva a partir da tarde.

 

No sábado, dia 19, a previsão é de sol forte e tempo seco no TO, assim como no sudeste e noroeste do PA e no AP. Já no centro e sudeste do Amazonas, há previsão de chuva ao longo do dia. Nas demais áreas, sol entre nuvens e possibilidade de chuva de forma isolada a partir da tarde.

 

O ar seco ganha força no domingo, 20, e o sol brilhará forte no TO, no centro-sul do PA, no sudeste do AM e no centro-norte de RR. Nas demais áreas, a previsão é de sol entre nuvens e chuva de forma isolada entre o final da tarde e o início da noite.

 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/meteorologia/

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Audiência pública sobre Agricultura de Precisão é realizada na Câmara dos Deputados

A câmara dos Deputados realizou nesta quinta-feira, 10/08, uma audiência pública promovida por intermédio da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, com o intuito de debater a Agricultura de Precisão como uma forma racional de produzir alimentos com sustentabilidade e competitividade.

 

Durante a audiência, foram apresentadas palestras com representantes do setor agrícola, que abordaram temas relacionados à importância da agricultura de precisão para o desenvolvimento do campo e a necessidade de levantamentos para saber quantos produtores brasileiros utilizam esse sistema de gestão de propriedade.

 

O presidente da AsBraP (Associação Brasileira de Agricultura de Precisão), José Paulo Molin, disse que apesar de ser fundamental, ainda não há dados precisos sobre o tamanho da agricultura de precisão no Brasil; mas que, segundo informações fornecidas em 2013 por uma empresa de estatística com referência a dados do Sul, Cerrado e Novo Cerrado, existe um índice de que 15% da agricultura brasileira já está desenvolvida no processo.

 

Molin pontuou que algumas demandas são necessárias, como a estruturação da agricultura no país em torno dos novos paradigmas que abrangem a agricultura de precisão, aporte tecnológico e acompanhamento e evolução de levantamentos sistemáticos sobre o tamanho desse setor no campo brasileiro.

 

Políticas públicas de incentivo a pesquisas científicas também foram mencionadas pelo presidente durante seu discurso na audiência, que utilizou como exemplo a tecnologia para um GPS, que é 100% importada, o que obriga o produtor brasileiro a pagar pela ferramenta um valor três vezes maior que o produtor norte-americano.

 

“Temos que ter conectividade no campo para podermos avançar”, disse Molin ao discutir sobre a necessidade por ações urgentes que disponibilizem infraestrutura ao setor agrícola, além de defender a formação de mão de obra em todos os níveis, tanto técnico, quanto gerencial e comercial.

 

Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/setor-da-agricultura-de-precisao-reforca-necessidade-de-dados-sobre-o-uso-da-ferramenta

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Presidente da ABAG fala sobre competitividade no agronegócio

Durante o encerramento do 16º Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado em São Paulo – SP, na última segunda-feira, 07/08, o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Luiz Corrêa Carvalho, mencionou durante discurso a necessidade por uma maior atenção do setor com relação aos ganhos de produtividade.

 

De acordo com o presidente, as novas revisões feitas pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pela FAO, braço da ONU direcionado para agricultura e alimentos, indicam um declínio na demanda mundial por alimentos nos próximos dez anos, levando à necessidade de os produtores agrícolas tornarem-se ainda mais competitivos.

 

As informações da OCDE/FAO tiveram suas revisões divulgadas no mês de julho, e os dados apontam que as projeções previstas para o período 2017 – 2026, são de um crescimento anual na demanda mundial por commodities agrícolas inferior ao registrado nos últimos dez anos, com exceção dos produtos lácteos e açúcar.

 

“Não podemos ter aquela visão antiga de que o mundo vai comprar nossos produtos. Nós temos de aprender a vender e temos que nos preparar para isso”, disse Luiz. O discurso reforçou as recomendações feitas nos debates do Congresso relacionados na busca pela formulação do maior número possível de acordos comerciais.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/presidente-da-abag-chama-atencao-para-necessidade-de-o-agronegocio-brasileiro-ser-ainda-mais-competitivo_396574.html?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&utm_medium=detalhe-noticia&utm_campaign=noticias-relacionadas

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LEONARDO BORGES - SEMEAR
Contrato autoriza Semear a atuar como correspondente bancário

Com o objetivo de ampliar o portfólio dos serviços oferecidos, a Semear Engenharia Agronômica formalizou contrato com o Banco do Brasil para atuar como correspondente bancário. O diretor estratégico Leonardo Borges e as colaboradoras Nasla Ruciane e Valdirene Rodrigues passaram pelo processo de certificação e adquiriram o documento exigido por lei para atuarem como correspondentes bancários na Semear.

 

Inicialmente serão realizados serviços de custeio agropecuário e investimento para pequenos produtores; em uma segunda etapa, os mesmos serviços estarão disponíveis para os médios e grandes produtores. Os atendimentos serão realizados diretamente na matriz, localizada em Edeia e não ficarão restritos apenas aos clientes da Semear, mas atenderá produtores em geral.

 

“A Semear será uma das poucas empresas de Goiás em que o produtor poderá solicitar empréstimos rurais sem a necessidade de ir ao Banco do Brasil, e isto aumentará a nossa capacidade de atender estes clientes em comparação com empresas que atuam no mesmo nicho de mercado que o nosso”, pontuou Leonardo.

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